sábado, 21 de março de 2009

Governador Sérgio Cabral e a legalidade no comando da PM


O Deputado Flávio Bolsonaro(PP), denunciou em plenário a situação irregular do Coronel Antonio Suarez David, chefe do Estado Maior da PM e disse que o mesmo deveria se afastar para garantir as investigações que estão em curso.
“- A cúpula da PM mostra que não tem moral para exigir nada da tropa. David assume no lugar do comandante mesmo sendo investigado”. Diz Bolsonaro.
O problema é que para afastar o Coronel David de suas funções de Chefe do Estado-Maior da PMERJ, o governador teria que rebaixá-lo fazendo que o mesmo ocupe uma função inferior funcionalmente, por exemplo, um Comando Intermediário, pois aí voltaria à condição de imortal, em razão da alteração feita por Cabral.
O governador Sérgio Cabral Filho, alterou o Estatuto do Policial Militar, diminuindo o tempo de permanência dos Coronéis no serviço ativo, mudando de 6 (seis) para 4 (quatro) anos, fala-se em represálias contra os “Coronéis Barbonos” da qual David não faz parte.
Com isso têm ocorrido aposentadorias precoces e compulsórias de Coronéis com 52 (cinqüenta e dois) anos de idade.
Além disso, Cabral aumentou o número de “highlander” os famosos coronéis imortais, que não são aposentados precocemente ou compulsoriamente por exercerem funções de comando, podendo os mesmos permanecerem na ativa por mais tempo.
Caso o chefe do Estado-Maior seja afastado, ele automaticamente será transferido para a inatividade, pois tem mais de 4 (quatro) anos no posto de Coronel, isso seria legal mas não ético.

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