sexta-feira, 29 de maio de 2026

Farmaceutica ganha destaque na TV Globo ao alertar sobre os riscos das receitas ilegíveis

Dra. Talita Barbosa
A farmacêutica e conselheira federal de farmácia pelo Rio de Janeiro, Talita Barbosa, participou do programa É de Casa, da TV Globo, onde alertou sobre os riscos das receitas ilegíveis, a forma correta de utilizar medicamentos e os perigos da automedicação. Segundo a farmacêutica, a dificuldade de interpretação das prescrições ainda é um problema frequente e pode comprometer a segurança dos pacientes.

O tema também envolve uma questão legal. A Lei nº 5.991/1973 determina que a receita médica deve ser escrita de forma legível para garantir a correta dispensação do medicamento. Quando nomes, doses ou orientações não são compreendidos, aumentam os riscos de erros no tratamento, reações adversas e até internações.

Nesse contexto, o farmacêutico exerce papel fundamental na prevenção de problemas relacionados ao uso de medicamentos. É esse profissional quem analisa a prescrição, verifica possíveis inconsistências e orienta o paciente sobre horários, doses, tempo de tratamento e armazenamento adequado. Quando há dúvidas sobre a receita, o farmacêutico também pode entrar em contato com o prescritor para confirmar as informações.

Talita Barbosa destacou ainda que a automedicação representa um risco à saúde, especialmente quando o paciente utiliza medicamentos sem orientação profissional. A prática pode mascarar doenças, agravar sintomas e provocar complicações. Por isso, a orientação farmacêutica é considerada essencial para promover o uso racional de medicamentos.

A ampliação das receitas digitais e eletrônicas pode ajudar a reduzir erros causados por prescrições ilegíveis. Enquanto essa realidade ainda não está presente em todos os serviços de saúde, o farmacêutico segue sendo peça-chave para garantir mais segurança aos pacientes.

🎥 Reprodução: É de Casa / TV Globo
https://www.instagram.com/conselhofederaldefarmacia/reel/DYHtdLWOoZZ/
Conselho Federal de Farmácia

O boleto do terror está chegando aos condomínios

Tem gente tratando isso como simples “debate trabalhista”. Não é.

Condomínio funciona 24 horas por dia.

Sábado.

Domingo.

Madrugada.

Feriado.

Natal.

Ano Novo.


O prédio nunca para.


Tem porteiro, limpeza, segurança, manutenção, entrada de entregador, morador chegando às 3 da manhã, vazamento, elevador travando, garagem funcionando.

Agora imagine manter essa máquina funcionando com menos horas de trabalho sem reduzir salários.


A conta explode.


E ela vai explodir no colo do morador.

Muita gente ainda não percebeu o tamanho do problema. Quando falam em acabar com a escala 6x1, parece algo abstrato. Mas condomínio é matemática. Fria. Brutal.

Se um funcionário trabalha menos dias, alguém precisa cobrir as horas restantes.


Isso significa:


mais funcionários,

mais encargos,

mais férias,

mais FGTS,

mais adicional noturno,

mais custo trabalhista.

Em muitos prédios, folha salarial já consome metade do orçamento. Alguns síndicos já falam reservadamente em aumentos de 20%, 25%, até 30%.


E o pior:


isso pode acontecer perto das eleições.


Vai ter assembleia virando campo de guerra.


Morador revoltado.

Síndico pressionado.

Funcionário exigindo direitos.

Conta que simplesmente não fecha.


E aí começam os cortes:


menos segurança,

menos limpeza,

manutenção adiada,

porteiro sobrecarregado,

prédio piorando lentamente.


A política é abstrata.


O boleto do condomínio, não.

Ele chega todo mês.

Sem atraso.

Sem discurso.

Sem piedade.


Por Marcus Vale

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Bastidores de Brasília. Os três Poderes

 

Bastidores de Brasília em Chamas: As Decisões que Abalaram os Três Poderes

O cenário político e jurídico brasileiro foi atingido por um verdadeiro terremoto institucional. Em uma sequência de determinações contundentes, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, tomou uma atitude radical que alterou profundamente o rumo das principais investigações em curso no país. O ministro determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, de decisões e deliberações referentes a inquéritos sensíveis que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, conhecido popularmente como Lulinha, filho do presidente da República, e as ramificações do chamado "Caso Master", que orbita em torno do banqueiro Daniel Vorcaro.

As medidas drásticas adotadas por Mendonça repercutiram imediatamente nos corredores do Palácio do Planalto e do próprio STF, criando um clima de intensa apreensão entre governistas e aliados do ministro Alexandre de Moraes. A intervenção direta do relator do processo no Supremo expôs fissuras profundas na condução das investigações e sinalizou uma postura de tolerância zero contra tentativas de blindagem política ou interferências administrativas no curso da Justiça.

O Caso Lulinha e a Mudança de Delegados na Polícia Federal

O estopim para a reação veemente de André Mendonça foi a descoberta de uma movimentação interna na Polícia Federal que gerou fortes suspeitas de interferência política. Aproveitando-se de um momento em que a atenção da opinião pública e da imprensa estava concentrada em outras disputas e polêmicas partidárias, a cúpula da instituição, sob o comando de Andrei Rodrigues, realizou a substituição do delegado responsável por conduzir o inquérito focado nas atividades financeiras de Lulinha.

Essa substituição, realizada sem uma justificativa técnica robusta ou comunicação prévia detalhada ao magistrado relator, foi interpretada como uma clara tentativa de suavizar ou redirecionar o foco das apurações. Diante do fato consumado, o ministro André Mendonça convocou o diretor-geral da PF para prestar esclarecimentos imediatos. As explicações fornecidas pela chefia da corporação foram consideradas insuficientes e insatisfatórias pelo ministro, culminando no afastamento de Andrei Rodrigues da gestão dessas linhas investigativas específicas. Com isso, o chefe da PF perde a prerrogativa de tomar qualquer decisão ou intervir nos rumos processuais que envolvem o filho do presidente.

A Conexão INSS e o Depoimento de Roberta Luchinger

No centro das investigações contra Fábio Luís Lula da Silva está um suposto e complexo esquema de corrupção e lavagem de dinheiro ligado a fraudes bilionárias na folha de pagamento de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo os relatórios elaborados pelos investigadores, o esquema funcionava através da facilitação de acesso de agentes econômicos ao alto escalão do governo federal, utilizando a proximidade familiar com o núcleo do poder para abrir portas institucionais.

Em troca desse suposto tráfico de influência, teriam sido movimentados valores que somam dezenas de milhões de reais, incluindo repasses mensais sistemáticos. Uma peça-chave nesse quebra-cabeça é Roberta Luchinger, conhecida socialite e amiga de longa data de Lulinha. A investigação aponta que ela atuaria como intermediária financeira, recebendo repasses estimados em R$ 300 mil mensais de Antônio Camilo Antunes — apontado como o operador financeiro das fraudes no INSS e apelidado nos bastidores de "o careca do INSS".

Os recursos, de acordo com os indícios colhidos em operações anteriores de busca e apreensão, eram repassados a Lulinha por meio de transações diretas, custeio de viagens de luxo pela Europa e outras vantagens materiais. Durante as buscas, mensagens interceptadas pela Polícia Federal revelaram o desespero de Roberta ao comunicar ao operador a apreensão de documentos e envelopes confidenciais, evidenciando o liame entre os investigados.

Sob a determinação direta de André Mendonça, uma força-tarefa da Polícia Federal agendou um depoimento crucial de Roberta Luchinger por videoconferência. Integrantes da investigação apontam que, pressionada pelas evidências e pelo risco iminente de prisão preventiva, a depoente indicou a interlocutores a disposição de revelar a totalidade do esquema de corrupção caso não receba garantias de proteção jurídica.

Principal Suspeito Função Apontada na Investigação Vínculo ou Operação Financeira Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) Beneficiário final do tráfico de influência Recebimento de mesadas e vantagens indiretas Roberta Luchinger Intermediária e operadora de contatos Movimentação de repasses via contas e viagens Antônio Camilo Antunes Operador central das fraudes no INSS Origem dos recursos desviados de aposentados

terça-feira, 5 de maio de 2026

O Pré candidato das causas da Inclusão para a Câmara Federal

Bruno Marinho Neto, chefe da assessoria parlamentar do ministro de Portos e Aeroportos, se licenciou do cargo para se candidatar a uma vaga na câmara federal pelo estado do Rio de Janeiro, Marinho é muito conhecido nos bastidores de Brasília principalmente no Congresso Nacional, onde pretende ser um divisor de águas mexendo no tabuleiro da política fluminense pelo seu partido o REPUBLICANOS.

Como grande defensor da causa da inclusão, pilotou o projeto implantado nos aeroportos do Brasil das salas multissensoriais, para atender passageiros neurodivergentes, como pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Atualmente, cerca de 20 aeroportos já estão com esses espaços funcionando, espaços estes que estão preparados para reduzir os estímulos sensoriais oferecendo conforto para os clientes.

Bruno Marinho destaca que a expansão das salas multissensoriais foi um passo concreto para tornar a aviação mais acessível e humana, garantindo que todos passageiros possam viajar com segurança e dignidade.

Entrevista realizada pela nossa Editoria de Política

quarta-feira, 18 de março de 2026

Especialistas defendem a clínica médica como pilar para reduzir custos e filas no SUS

Debatedores destacaram na Comissão de Saúde que a valorização do médico clínico é estratégica para evitar a fragmentação do cuidado e exames desnecessários

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados debateu, nesta terça-feira (17), estratégias para a valorização da clínica médica no Brasil. O debate, solicitado pelo deputado Dr. Luiz Ovando (PP-MS), reuniu representantes de sociedades médicas e conselhos profissionais que foram unânimes em apontar a especialidade como o “eixo integrador” capaz de tornar o Sistema Único de Saúde (SUS) mais eficiente e menos oneroso.

Para Dr. Luiz Ovando, existe uma distorção cultural e política que privilegia a busca direta por especialistas focais, o que gera desperdício de recursos e fragmenta o cuidado.

“O paciente muitas vezes procura o especialista antes de qualquer coisa. Isso gera um gasto de dinheiro desnecessário. O clínico é o melhor caminho para influenciarmos as decisões políticas e evitarmos que o Estado gaste com exames que, muitas vezes, não resolvem o problema na ponta”, afirmou o parlamentar.

Segundo ele, o debate na comissão buscou reforçar a necessidade de políticas públicas que reposicionem a clínica médica no sistema de saúde.

“É preciso estabelecer uma política nacional de valorização do clínico dentro do contexto da política de saúde”, acrescentou.

Visão integral
A presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica de Brasília, Viviane Peterle, ressaltou que a fragmentação do cuidado — quando o paciente é visto apenas por órgãos ou sistemas isolados — encarece o sistema e dificulta o diagnóstico adequado.

“A clínica médica é a área dedicada a compreender o paciente como um todo. Quando ela está fortalecida, o diagnóstico acontece mais cedo e o tratamento se torna mais eficiente”, explicou.

Peterle destacou ainda que mudanças demográficas, como o envelhecimento da população e o aumento das doenças crônicas, tornam o papel do clínico ainda mais relevante.

“Hoje temos uma população que envelhece com múltiplas doenças. O clínico é o profissional que consegue integrar esse cuidado e organizar o tratamento do paciente”, afirmou.

Crise na formação
Outro ponto central da audiência foi a preocupação com a qualidade da formação médica no país. O diretor científico da Associação Médica Brasileira, José Eduardo Lutaif Dolci, afirmou que o sistema enfrenta gargalos importantes na formação de novos profissionais.

“Hoje temos dois grandes problemas: falta de professores qualificados nas escolas médicas e falta de campos de estágio adequados. A residência médica acaba sendo a última oportunidade de formar um médico competente para atender a população”, alertou.

O deputado Osmar Terra (PL-RS) também criticou a expansão acelerada de cursos de medicina. Para ele, a abertura indiscriminada de faculdades compromete a qualidade do atendimento.

“Estamos vivendo um descalabro. O programa Mais Médicos virou uma linha de produção de faculdades ‘caça-níqueis’ que não têm corpo docente. Não podemos submeter a população a uma medicina desqualificada”, afirmou.

Falta de especialistas
O representante do Conselho Federal de Medicina, Carlos Magno Dalapicola, apresentou dados sobre a situação da especialidade no país. Segundo ele, embora a clínica médica seja a área com maior número de profissionais, ainda há dificuldades para atrair novos médicos.

“Hoje temos cerca de 40 mil médicos especialistas em clínica médica no Brasil. Mesmo assim, cerca de 16% das vagas de residência na área estão ociosas, o que é preocupante para o futuro do sistema de saúde”, afirmou.

Ele destacou que o clínico é capaz de resolver grande parte dos problemas de saúde da população. “Com uma boa formação, o clínico consegue resolver cerca de 60% dos problemas na prática diária. O restante exige a atuação de especialistas”, explicou.

Eficiência e economia
O presidente da Sociedade de Clínica Médica de Santa Catarina, Fernando Otto, destacou o papel do clínico nas unidades de emergência e no funcionamento dos hospitais.

“Entre 70% e 80% dos atendimentos de emergência são problemas clínicos. O clínico junta as peças do quebra-cabeça e enxerga o paciente como um todo”, afirmou. Para ele, investir nesse profissional é também uma estratégia de gestão pública.

“O item mais caro da medicina é a caneta do médico. O médico inseguro pede tomografia de corpo inteiro porque não sabe fazer o exame físico. Pagar bem o clínico na porta da emergência é o maior programa de economia que um gestor pode implementar”, disse.

Na mesma linha, o diretor da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, Pedro Barros, defendeu que o clínico deve ser o coordenador do cuidado do paciente.

“O paciente não precisa de vários médicos desconectados. Precisa de um clínico que o entenda, acompanhe e organize o tratamento. Nenhum sistema de saúde será eficiente se não tiver um clínico forte e valorizado no centro do cuidado”, afirmou.

Organização do cuidado
O presidente da Academia de Medicina de Brasília, Eduardo Freire Vasconcelos, ressaltou que a clínica médica é a base de todas as especialidades médicas.

“A clínica médica é a espinha dorsal do raciocínio médico. Ela atua como ponte entre o sintoma e o diagnóstico definitivo, integrando o cuidado do paciente dentro de um sistema complexo como o SUS”, afirmou.

Segundo ele, sem essa coordenação o sistema tende a se tornar mais caro e menos eficiente. “Sem um clínico forte, a assistência especializada torna-se cara, ineficiente e desconectada”, concluiu.

Encaminhamento
Ao final da reunião, Dr. Luiz Ovando reiterou a necessidade de fortalecer a residência médica e criar políticas que incentivem a atuação do clínico no sistema público de saúde.

As sugestões apresentadas na audiência deverão subsidiar propostas legislativas e recomendações ao Ministério da Saúde para reforçar o papel da clínica médica na organização da assistência no país.

Da Redação - GM

Fonte: Agência Câmara de Notícias

domingo, 8 de fevereiro de 2026

CURIOSIDADE - Bíblia etíope - A mais antiga e completa que se conhece

Primeira Bíblia cristã ilustrada do mundo descoberta em mosteiro etíope.

Os Evangelhos estão alojados no Mosteiro Abba Garima da Etiópia. Não se sabe se eles deixaram o mosteiro; embora, como a área ao redor foi ocupada por muçulmanos dos séculos IX ao XIV, é possível que eles tenham permanecido escondidos em uma caverna por séculos e depois redescobertos. Os Evangelhos foram incluídos no catálogo de uma exposição de um museu americano que viajou de 1993 a 1996, African Zion: the Sacred Art of Ethiopia, mas nunca foram realmente emprestados à exposição.


O primeiro livro cristão ilustrado do mundo foi salvo por uma instituição de caridade britânica que o localizou em um remoto mosteiro etíope.

Os incríveis Evangelhos Garima têm o nome de um monge que chegou ao país africano no século V e diz-se que os copiou em apenas um dia.

Lindamente ilustrado, as cores ainda são vivas e, graças ao Fundo do Patrimônio Etíope, foram conservadas.

Abba Garima chegou de Constantinopla em 494 dC e a lenda diz que ele conseguiu copiar os Evangelhos em um dia porque Deus atrasou o sol.

Bíblia Etíope é uma das versões mais antigas completas da Bíblia, contendo 81 livros sendo usada pela Igreja Ortodoxa Etíope Eritreia.

História Importância

Características Distintivas

Conclusão


Colaboração:
Tiago Henrique Bona