Para Seth, essa estatística não traduz a realidade dos avanços do documento, pois muitos paragráfos estão sendo acordados ao mesmo tempo e as discussões estão sendo mais conceituais que textuais. “É mais prático [no atual estágio das negociações] ter uma discussão conceitual para se transformar em texto”, defendeu.
Entre o que está acordado, Seth destaca questões de turismo e como lidar com os países menos desenvolvidos.
Seth afirmou que o “princípio das responsabilidades comuns, mas diferenciadas” está entre colchetes, mas que não há referência a cifras específicas. “Isso provavelmente será decidido com os líderes de alto nível e é improvável que nos atuais níveis de discussão esse problema seja resolvido.”
Em documentos diplomáticos, estar entre colchetes significa que os termos ainda seguem em discussão.
No fim da tarde haverá um pronunciamento do governo brasileiro sobre como se dará o prosseguimento das negociações. “Nenhum dos termos [do documento final] está bloqueado. Há um senso de otimismo e o maior inimigo é o tempo”, afirmou Seth.
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