Anthony Garotinho anunciou, nesta tarde de domingo, que aceita ser pré-candidato do Partido da República ao governo do Rio de Janeiro. No 1.º Congresso Estadual do PR no Rio de Janeiro para uma plateia de milhares de pessoas, ele colocou a sua candidatura "como a do bem", em contraponto à candidurta de Sérgio Cabral, que ele denominou "como a do mal".
"Estamos sendo gravados e aproveito para fazer um desafio a Sérgio Cabral. Que ele me processe pelo o que eu vou dizer: eu quero que ele prove e explique publicamente onde arranjou dinheiro para comprar sua mansão em Mangaratiba e dois apartamentos que tem no Leblon, o metro quadrado mais caro do Rio", declarou o ex-governador e presidente regional do PR-RJ.
Garotinho fez uma lista de suas realizações e de sua amulher, Rosinha, quando governaram o Rio de Janeiro, em contraponto às "poucas ou nenhuma das realizações de Cabral".
"Eu faço o meu mea culpa. Por questões de governabilidade, tive que me aliar a essa gente, que está saqueando o estado. Eu sou candidato para não deixar Cabral fazer o que ele quer: ser candidato único. Vou revelar todos os podres de Cabral e de sua curriola. Vou desmascarar todos eles. O que eu disse aqui hoje á apenar uma pré-estréia. Insisto: eu quero que ele me processe. Eu tenho apenas a casa que herdei de meus pais em Campos e moro de aluguel. De onde vem o dinehrio de Cabral?. Certamenmte, não conseguiu o que tem com o dinheiro de senador, deputado e governador".
No congresso, Garotinho prometeu ainda a construção de 100 mil casas populares e lembrou que com Cabral, nos dois últimos anos, foram investidos apenas R$ 4 milhões em edificações. Prometeu também reativar as bolsas de estudo para quem não pode pagar e anunciu a construção da Universidade da Baixada Fluminense.
Na entrevista coletiva, logo após o Congresso, Garotinho continuou com sua críticas a Cabral e minimizou o índice de rejeição que ele teria junto à população:
"Quem governa sempre tem índices de rejeição. Não estou preocupado com isso. A Dilma tem rejeição, o Ciro Gomes tem. É normal. Vou governar para todos", disse.
E finalizou, sobre a falta de investimentos no atual governo: "O que o Cabral trouxe para o estado? Nada. A Educação é uma tragédia. Os hospitais estão outro caos. A SuperVia e o Metrô é o caos todos os dias. O que tem foi o que eu e Rosinha fizemos. Com Cabral, ao contrário, o Rio está perdendo receita", disse.
Garotinho ainda classificou Sérgio Cabral de "síndico da Zona Sul", porque o atual governador, no seu entender, virou as costas para o resto da capital e do estado.
"Vou governar para todos. Se vocês querem votar no síndico da Zona Sul saibam bem o que estão fazendo, porque ele vai continuar dando atenção apenas aquele pedaço da cidade, que merece atenção, sim. Eu e Rosinha despoluimos a Lagoa Rodrigo de Frreitas, a Barra da Tijuca, fizemos o emissário submarino da Barra e levamos o metrô até o Cantagalo. Mas é importante governar para todos", disse Garotinho.
Entre outros compromissos, Garotinho afirmou que vai implantar o bilhete único a R$ 2,50 com validade por quatro horas. Disse que vai revogar também todos os decretos que foram feitos para beneficiar os empresários do transporte público em detrimento do transporte alternativo.
"Mais de quatro mil trabalhadores ficaram desempregados. Fui ao enterro de um jovem que ficou endividado porque axcreditou em Cabral que poderia continuar trabalhando e foi prejudicado", contou o pré-candidato do PR ao governo do estado.
No congresso ficou acertado o lançamernto da pré-candidatura do pastor Manoel Ferreira ao Senado. Decidiram, também, postergar o apoio do PR regional à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. O partido quer, antes, a garantia de que Dilma e o PT vão, de fato, seguir com a candidatutra de Garotinho no Rio de Janeiro
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