A jornada de uma pessoa, geralmente
pública, que passa de uma posição de grande influência, autoridade e destaque
para um estado de isolamento social, esquecimento e exclusão. Esta é a
situação de JAIR BOLSONARO.
Esquizofrenia, perda de
consciência? Bolsonaro admitiu ter usado ferro de soldar em tornozeleira.
A voz sai fragilizada, o tom
entristecido. Afinal, quem em sã consciência, sendo inocente, aceitaria uma
situação como essa?
Imagine um homem que foi Presidente do
Brasil, na situação em que se encontra ficar confinado e sem condições de falar
com seus eleitores. Ficar enclausurado (mesmo que em casa) ser submetido a este
vexame. Tudo indica que sofreu um surto de esquizofrenia quando utilizou um
ferro de solda para danificar a tornozeleira eletrônica que o
monitorava. Ele teria dito estar "ouvindo vozes" na
tornozeleira. Natural em surto de pessoa que está em estresse profundo, sendo
acometido de perda temporária de consciência para justificar a
ação e danificar o equipamento por "curiosidade".
No contexto:
- Poder: Refere-se a estar no centro
das atenções, exercer controle, ter influência política ou social e ser
uma figura proeminente.
- Ostracismo: Na
Grécia Antiga, era um procedimento democrático pelo qual um cidadão podia
ser temporariamente exilado (banido por 10 anos) da cidade-estado de
Atenas por voto popular, para evitar que qualquer indivíduo acumulasse
poder excessivo e ameaçasse a democracia.
- No uso moderno, o
termo refere-se a um banimento social ou profissional, onde a
pessoa é ignorada, marginalizada ou efetivamente "cancelada"
pela comunidade ou pelo seu círculo de convivência, muitas vezes como
punição por violar normas sociais ou por desentendimentos políticos.
Portanto,
a frase ilustra uma queda dramática na condição social e
profissional JAIR BOLSONARO, de uma posição de topo para uma de
total irrelevância ou rejeição. É uma narrativa comum na política e no mundo
das celebridades, onde a popularidade e a influência podem ser efémeras.

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