O advogado e jurista alagoano Adriano Soares da Costa voltou a utilizar suas redes sociais para externar insatisfação com a postura do Supremo Tribunal Federal.
Desta feita, as críticas foram em função da condução do julgamento de acusados no envolvimento em suposto golpe de estado, dentre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Disse Adriano Soares textualmente:
"O processo penal nunca mais será o mesmo. Juiz intermediando perguntas dos advogados às testemunhas e depoentes, oitivas de réus na presença de corréus, juiz perguntando o que acusados falavam sobe ele, etc. Vejo criminalistas assustados. O Código de Processo Penal foi aposentado."
O jurista ainda aproveitou para responsabilizar a omissão de instituições jurídicas:
"Que comunidade jurídica? A silenciosa? A cúmplice da destruição das garantias e direitos individuais? A que tolerou todo o tempo a frustração desbragada dos marcos legais do processo penal? Os constitucionalistas e penalistas de pijama, que estáo de férias de suas vergonhas?"
Fonte: CONTEXTUALIZANDO
P.S.
- A pergunta sugere que a comunidade jurídica, em vez de se manifestar e defender os direitos, se mantém em silêncio, sendo cúmplice das violações.
- A preocupação é com a crescente erosão das garantias constitucionais e dos direitos individuais, que estão a ser violados.
- A crítica aponta para a desobediência e a falta de respeito pelos princípios e regras que sustentam o processo penal.
- Essa expressão ironiza a falta de reação ética e profissional, como se os juristas estivessem em "férias" da necessidade de se manifestar diante de situações de violação dos direitos.
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