quinta-feira, 12 de junho de 2025

Jurista alagoano externa sua insatisfação com critica ao STF

Flávio Gomes de Barros

O advogado e jurista alagoano Adriano Soares da Costa voltou a utilizar suas redes sociais para externar insatisfação com a postura do Supremo Tribunal Federal.

Desta feita, as críticas foram em função da condução do julgamento de acusados no envolvimento em suposto golpe de estado, dentre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Disse Adriano Soares textualmente:

"O processo penal nunca mais será o mesmo. Juiz intermediando perguntas dos advogados às testemunhas e depoentes, oitivas de réus na presença de corréus, juiz perguntando o que acusados falavam sobe ele, etc. Vejo criminalistas assustados. O Código de Processo Penal foi aposentado."

O jurista ainda aproveitou para responsabilizar a omissão de instituições jurídicas:

"Que comunidade jurídica? A silenciosa? A cúmplice da destruição das garantias e direitos individuais? A que tolerou todo o tempo a frustração desbragada dos marcos legais do processo penal? Os constitucionalistas e penalistas de pijama, que estáo de férias de suas vergonhas?"

Fonte: CONTEXTUALIZANDO


P.S.

Qual o significado destas afirmações abaixo?

A crítica visa criticar a aparente falta de reação da comunidade jurídica diante de práticas que minam o Estado de Direito. A pergunta se dirige a um grupo específico: juristas, constitucionalistas e penalistas, profissionais que deveriam defender e proteger os direitos fundamentais. 
  • Silêncio culpado:
    A pergunta sugere que a comunidade jurídica, em vez de se manifestar e defender os direitos, se mantém em silêncio, sendo cúmplice das violações.
  • Destruição das garantias e direitos individuais:
    A preocupação é com a crescente erosão das garantias constitucionais e dos direitos individuais, que estão a ser violados.
  • Frustração desbragada dos marcos legais:
    A crítica aponta para a desobediência e a falta de respeito pelos princípios e regras que sustentam o processo penal.
  • "Férias de suas vergonhas":
    Essa expressão ironiza a falta de reação ética e profissional, como se os juristas estivessem em "férias" da necessidade de se manifestar diante de situações de violação dos direitos.
Em resumo, a pergunta questiona a postura da comunidade jurídica diante de um quadro de erosão das garantias e direitos, acusando-a de silêncio culpado, omissão e falta de ética profissional.
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