quinta-feira, 19 de março de 2009

Desigualdade salarial entre homens e mulheres assusta Messina

Em pleno século XXI, é realmente preocupante a desigualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil. Ao analisar os números do PNAD de 2007, o vereador Paulo Messina (PV), vice-presidente da Comissão de Educação e Cultura, ficou alarmado ao verificar que, apesar do equilíbrio no grau de formação escolar entre os sexos, a diferença da proporção de homens e mulheres segundo a classe de rendimento é gritante.
Para se ter uma idéia da dimensão da discrepância, basta analisar os extremos do gráfico. Entre as pessoas que têm rendimento de até ½ salário mínimo, 78% são mulheres. Já na outra ponta entre as pessoas com rendimento acima de 20 salários, 75% são homens.

“É vergonhoso concluir que o sexo de uma pessoa ainda seja um fator preponderante para determinar o reconhecimento do seu trabalho no nosso país. É preciso realizar um estudo criterioso para identificarmos se algum fator significativo, além do preconceito, que explique este quadro”, afirmou o vereador.

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